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PERFIL DE PACIENTES NA FASE II DA REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR APÓS CIRURGIA DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO E TROCA VALVAR

Glauco César da Conceição Canella, Cristiano Sales da Silva, Márcia Maria Faganello, Jéssica Guimarães Al-Lage, Robison José Quitério
UNESP - Rio Claro - Rio Claro - SP - Brasil, Universidade Federal do Piauí - Parnaíba - Piaui - Brasil

Introdução: No Brasil as doenças cardiovasculares (DCVs) representam cerca de 30% das causas de mortalidade. A OMS estima que, no ano de 2020, o número global de mortes pela Doença Arterial Coronária (DAC) e doença valvar será de 11,1 milhões de óbitos. Inúmeras situações clínicas interferem de maneira relevante para o agravamento das DCVs, tais como: idade, diabetes, hipertensão arterial, dislipidemia entre outros. Caracterizar o perfil destes pacientes é fundamental para um melhor planejamento da conduta fisioterapêutica aplicada como parte da reabilitação dos mesmos.

Objetivo: Investigar o perfil de pacientes submetidos a cirurgia de revascularização miocárdica e troca valvar participantes de um programa de fisioterapia cardiovascular no munícipio de Marília.

Materiais e Métodos: Estudo aprovado pelo CEP- UNESP: 1.779.423/2016. Os participantes foram encaminhados para o setor de Fisioterapia Cardiovascular na fase II da reabilitação. A amostra foi composta por 22 pacientes, de ambos os sexos, os quais foram divididos em dois grupos, sendo 14 revascularizados (GRev) (idade: 57,9±8,8; IMC 27,8±4,87; FC: 72±15,3) e 8 submetidos a cirurgia valvar (GVal) (idade: 47,6±16,8; IMC: 27,2±5,6; FC: 75±11). As doenças associadas e os medicamentos administrados foram relatados pelos pacientes no momento da anamnese e exame físico. Os resultados estão apresentados de forma descritiva, média e desvio padrão e frequência percentual de ocorrência.

Resultados: Respectivamente GRev vs GVal. Doenças associadas: Hipertensão arterial sistêmica (12±0,3 / 85,7% vs 4±0,5 / 44,4%). Diabetes Mellitus (5±0,4 / 35,7% vs 3±0,4 / 33,3%). Medicamentos (Betabloqueadores: 9±0,4 / 64,2% vs 3±0,4 / 33,3%); Analgésico (7±0,5 / 50% vs 5±0,4 / 55%); Anti-hipertensivo: (6±0,4 / 42,8% vs 3±0,4 / 33,3%); Hipolipimiantes (5±0,4 / 35,7% vs 2±0,4 / 22%); Hipoglicemiante (3±0,4 / 21,4% vs 2±0,4 / 22,2%).

Conclusão: os resultados apontam que tanto na DAC quanto na doença valvar fatores de risco estão presentes destacando-se a hipertensão arterial e o diabetes. E ainda, apesar da variação da idade média as demais características se assemelham. 

 

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