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TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

TERAPIA DE REPERFUSÃO DE URGÊNCIA NO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO COM SUPRA ATENDIDOS PELO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS(SP)

GERUZA MARIA DA SILVA GONÇALVES MANFREDINI, Gabriel Fonseca dos Santos Vilela, Renata Mantovani, Maria Cristina Pose Guerra, Francisco Flávio Costa Filho, Pedro Augusto Pascoli
HOSPITAL MUNICIPAL DR. JOSÉ DE CARVALHO FLORENCE - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP - BRASIL

 

INTRODUÇÃO: As doenças cardiovasculares são a principal causa de morbidade, incapacidade e morte no Brasil e no mundo. No infarto agudo do miocárdio (IAM), a maioria dos óbitos ocorre nas primeiras horas. A restauração do fluxo coronariano é o principal objetivo terapêutico no IAM com supra ST, limitando a extensão da necrose miocárdica e reduzindo a mortalidade. OBJETIVO: Avaliar o acesso à terapia de reperfusão de urgência em pacientes com diagnóstico de IAM com supra ST atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade de São José dos Campos (SP). METODOLOGIA: Análise prospectiva dos pacientes internados por IAM com supra ST, admitidos no Pronto Socorro do Hospital Terciário e referenciados de Unidades de Pronto Atendimento (UPA) públicas do município, entre 01 de janeiro e 31 de dezembro de 2016. RESULTADOS: Foram atendidos 119 pacientes com o diagnóstico de IAM com supra ST, no período. Destes, 50 entraram diretamente pela Pronto Socorro do Hospital Terciário e 69 referenciados por UPA. O sexo masculino foi predominante, representando 71,5 % dos pacientes. Sessenta e quatro por cento (64%) tinham entre 50-69 anos. Do total de pacientes, 66,4% receberam revascularização na urgência, sendo 83,5% angioplastia primária e 16,5% trombólise. Entre os sujeitos atendidos diretamente pelo Pronto Socorro do Hospital Terciário, a média do tempo porta-ECG foi de 16 minutos; tempo porta-agulha de 88 minutos, enquanto a média do tempo porta-balão foi de 162 minutos. Dos 40 pacientes que não receberam revascularização na urgência, 40% realizaram angioplastia na mesma internação e 2,5% foram submetidos à revascularização cirúrgica. A mortalidade hospitalar dos pacientes com IAM com supra ST foi de 13,4%. CONCLUSÃO: A taxa de revascularização de urgência é semelhante à encontrada na literatura. Os tempos porta-ECG, porta-balão e porta-agulha, entretanto encontram-se além dos recomendados em diretrizes. 

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